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Xapa no CS: Newcastle, Batalha e o Sonho de Pipe!

Análise da Minha Performance no Challenger Series de Newcastle

Salve, rapa!

É com um misto de reflexão e muito otimismo que compartilho com vocês os detalhes da minha participação na 1ª etapa do Challenger Series, o Burton Automotive Newcastle Surfest, que rolou em Newcastle, na Austrália. Voltar ao CS depois de três anos é uma experiência incrível, e cada bateria é um aprendizado gigante.

Minha jornada nesta etapa terminou no Round 80, onde competi contra grandes nomes como Julian Wilson (Austrália), Tenshi Iwami (Japão) e Connor Slijpen (África do Sul). Infelizmente, não consegui a vaga para a próxima fase, finalizando a bateria na quarta posição com 9.36 pontos.

Detalhes da Bateria:

  • 1º Julian Wilson (AUS): 13.50 pontos (avançou)
  • 2º Tenshi Iwami (JPN): 11.27 pontos (avançou)
  • 3º Connor Slijpen (RSA): 10.50 pontos (eliminado)
  • 4º Wesley Leite (BRA): 9.36 pontos (eliminado)

Você pode ver os highlights da bateria logo abaixo.

Minhas melhores ondas foram um 5.33 e um 4.03. Olhando para trás, sei que poderia ter achado as ondas chaves para virar o placar e avançar. Houve momentos em que as escolhas foram cruciais e faltou aquele detalhe para conectar as manobras e subir a pontuação.

Mas, como eu costumo dizer, “a galinha não tá morta, rs”! Saio dessa etapa com a cabeça erguida e o coração feliz e positivo. Meu retorno ao CS era algo muito esperado, e mesmo com a eliminação precoce, sinto que mostrei um bom surf.

Tenho aproveitado cada minuto aqui na Austrália. Estou aprendendo muito com meus amigos brasileiros e com a galera do circuito, observando cada detalhe dos atletas e, principalmente, “aprendendo com o julgamento”. Essa troca de experiências é fundamental para o meu crescimento.

Essa volta ao Challenger Series me encontra muito mais maduro, forte – tanto mentalmente quanto fisicamente. Minha lesão em Manly Beach há três anos me tirou do CS, mas me colocou de vez num dos campeonatos mais difíceis do mundo, o Dream Tour no Brasil. Lá eu peguei muita cancha, me solidifiquei no cenário nacional e ganhei uma bagagem de competição inestimável. Tudo isso me preparou para essa nova oportunidade de mostrar meu surf para o mundo inteiro ver.

E a melhor notícia: o Pipe Master, no Hawaii, entrou para o calendário! Realizar o sonho de conhecer o Hawaii e já competir em Pipeline é algo que me deixa em êxtase e serve como um combustível gigante para os próximos desafios.

A jornada no Challenger Series está apenas começando e já estou focado nos próximos treinos e etapas. Agradeço demais o apoio e a torcida de vocês!

Wesley Leite